Friday, March 5, 2010

Amor dos iguais, ou não...


Antes de começar este post gostaria de informar que ele foi escrito, originalmente numa simples folha de papel, vindo de um insight que tive enquanto estava trabalhando esta manhã. Vou manté-lo o mais fiel possível ao rascunho, como pode ser visto na foto. E esse insight de hoje veio por causa de um hashtag no Twitter esta manhã, o #desencalhaday e nas possibilidades. Lá vamos nós... quero dizer, eu...

Quando penso em relacionamentos bissexuais, penso, seriam eles mais "felizes"? Uh, acho que sim. Pelo ponto de vista, que para eles as chances são maiores, pois não precisam encontrar o homem ou a mulher dos sonhos deles. O amor vem sem gênero específico. Então as possibilidades parecem maiores. Não estão presos à nada que seja além de amor e/ou atração sexual imediata. Vivendo a máxima: "caiu na rede é peixe".
Mas também penso, como seriam os relacionamentos à longo-prazo? Precisam eles tomar uma decisão de ser heterossexual ou homossexual por aquele período? E essa decisão não causa esta dúvida: será que se fosse com um hétero esta pessoa sentiria falta do homo e vice-versa?
Parafraseando um disparate dito recentemente por um famoso cantor, homosexual assumido, que Jesus teria sido um gay super inteligente. Teria ele mal-interpretado o maior ensinamento deixado por Jesus, que diz: "Amai-vos uns aos outros, assim como eu vós amei."?
Longe do um discurso homofóbico, please!
Eu, heterossexual, acredito no AMOR puro, simples e incondicional. Independente de opção sexual, raça, cor ou credo. Acredito também que o mundo seria muito melhor se pudéssemos nos conscientizar mais sobre isso.

Como cantou Renato Russo:

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Porquê se você parar pra pensar, na verdade não há."