
Sometimes I give my heart out, sometimes I just donate its blood.
Agora ao escrever o post me peguei à pensar, o quê eu estava pensando enquanto observava a sacola de coleta do meu sangue balançar pra lá e pra cá... Não lembro tudo, mas o pensamento que sempre atravessa minha mente enquanto estou doando sangue é que isso é o mínimo que posso fazer pelo meu semelhante. Ainda que me tirem tudo, enquanto eu estiver viva e saudável, doar sangue é minha contribuição para o mundo.
Tudo bem que também sempre rola uma conversa com o enfermeiro, que tenta te garantir que você está fazendo uma boa-ação e tal.
Desde que vim morar em New York ainda não tinha tido a oportunidade de doar sangue. E ela surgiu hoje e estou feliz de tê-la aproveitado.
PS: Não é apenas sangue que me propus à doar. Também estou na lista de doadores de medula óssea.
PS 2: Não sou doadora de orgãos. Não me perguntem porquê, não sei explicar. É como se doar sangue e medula óssea não me expusessem à morte. Vou lá, doou e volto pra casa. Beleza! Mas doar orgãos não tem volta, se é que você me entende. E esse assunto causa uma divagação filosofal... melhor deixar pra próxima... ou próxima vida, não sei!
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